exibições de letras 77.501

Marginais Boombap 2 (part. NaBrisa, Felp22, Spinardi & DK 47)

Marginal Supply

LetraSignificado

    [NaBrisa]
    Yeah, yeah
    Ahn-ahn, ayy, ayy, ayy

    [NaBrisa]
    Levantei da cova, então cancela o feat
    Esquece o ato de amor que de caô tô por aqui
    Liga a porra do mic, eu não quero ver ninguém triste
    Eu sei que 'cês fala merda, que eu só rimo merda, que eu tô na merda
    Mas foi nessa merda que arrumei merreca
    Marrenta mermo, me prenda caso eu roubar esse beat
    Fala, do que adianta se eu ostentasse essa merda
    Sabendo o sufoco e os perrengue e as condições que minha mãe ainda vive?
    E as crianças na rua gritando: Favela vive, não é o suficiente
    Eu não posso parar agora, mermo sabendo do ódio
    Da incompreensão que me cerca e me segue e quer me destruir lá fora
    Agiota, vícios, abuso, ausência, dívidas
    Escolhas erradas, divórcio, dinheiro, mentiras e drogas
    São os principais motivos que destroem uma família
    Sério, se eu não faço rap, o que que eu tô fazendo agora?
    Yeah, yeah
    Ahn-ahn, ayy, ayy

    Às vezes free, rock 'n' roll
    Com um click o bic acende a ponta no farol
    Sai de mim, diz que não
    Me deixa ficar mec, brisa do pôr-do-Sol
    Às vezes free, rock 'n' roll
    Com um click o bic acende a ponta no farol
    Sai de mim, diz que não
    Me deixa ficar mec, brisa do pôr-do-Sol

    [Felp22]
    Quero Nike, Mercedes, cota máxima dos verdes
    Copo de gelo e Chiva' pra matar a minha sede
    Revolta nas paredes que retrata o cenário
    Meu cérebro de ouro faz girar o maquinário
    Faço lucro líquido nesse veneno químico
    Meus versos contêm sangue que fere seu psíquico
    Pensamentos híbridos, transparente e límpido
    Com raciocínio ácido aplico o flow maligno
    Criminal lírico, meus fatos são verídico
    Onde o salário mínimo resulta o ato falho
    Em meio jurídico, o certo é o básico
    Que suja a sua ficha e te interfere no trabalho
    Y'all, selva sombria, crânios quebram igual vidro
    O demônio faz a ronda, mas passo despercebido
    Pois carrego comigo, minhas histórias são tão típicas
    Na solidão, no inferno minhas rimas se tornam bíblicas
    Bato na cara da mentira de madeira e soco inglês
    Defendo minha verdade igual muralha do chinês
    Fácil de entender a vida com herança de burguês
    Consegui sair da lama e me pergunto o que tu fez
    Vejo o diabo de gravata querendo roubar alma
    Mostrar o caminho fácil pra apodrecer na jaula
    Judaria com leão, as hiena bate palma
    Mas a rua é faculdade, eu não faltei nenhuma aula

    [NaBrisa]
    Às vezes free, rock 'n' roll
    Com um click o bic acende a ponta no farol
    Sai de mim, diz que não
    Me deixa ficar mec, brisa do pôr-do-Sol
    Às vezes free, rock 'n' roll
    Com um click o bic acende a ponta no farol
    Sai de mim, diz que não
    Me deixa ficar mec, brisa do pôr-do-Sol

    [Spinardi]
    Yeah, ah
    Desculpa, filha, a ausência de casa, eu tô longe de casa
    Prometo que vale o tempo, esse tempo não para a consciência de ser
    Ausência não sara, eu ainda fico de cara
    Com a fala do sentimento de viver por você
    Para correr por você, eu jogo no escuro e nas claras
    Faço milhares de jardas, traço uma escrita mais rara
    O Brown falou e era verdade (E aí?)
    O problema é que hoje em dia a cada dez tem onze na maldade
    Muda de assunto que eu fico à mercê do meu tempo corrido
    Prevalecer quem tá junto comigo, ó
    Marginal, ei, sai do castigo
    E a proteção dos amigo de contenção, hoje eu sei da minha posição
    Veja bem, ó, flow Spinardi que hoje é santificado
    Na sua cidade de tanto que foi imitado
    Referência, estado São Paulo, meu coração
    E a cada verso do Predella eu me sinto representado, aí
    Vila Maria, FEBEM, era nós
    Eu me lembro da pouca fama, família, eu te resumo em (Damassaclan)
    Damassaclan, cavaleiros da mente e bastidor indecente
    Me batizaram com nome de santo
    Eu faço no beat de trap, é o seguinte, esquece
    [Da frente a tese] do mundo em prece
    Busquei meu barco no fundo, fora o estudo
    Eu breco esse lixo fake, palavra falsa
    Spinardi flow conteúdo, né tudo que 'cês quer
    Pelo menos passo do ponto, passo do ponto
    Meu truta, eu gosto do beat rap, do beat boom-boom-boombap
    Retrato tudo que penso, assim que me viro, assim prevaleço
    Contamino o som, muita informação, cada vez é mais, em dificuldade
    Eu olhei pra trás, quero ver voltar, quero ver largar toda a vaidade
    Verdade, eu sei, quero ver chegar como nós chegou
    É difícil, eu sei, tenho que admitir que eu fiz tudo pro rap virar
    E piedade pra aquele que mereceu
    Modéstia não é meu forte, poucos rimam como eu

    [DK 47]
    Uma flor nasce num deserto num coração de concreto
    Pronta pra acabar com toda a minha solidão
    Eu tive que encarar uma obra, ralar até altas horas
    Não tava dando mais pra esticar o colchão no chão
    Dinheiro, ostentação, Deus me livre das tentação
    Estúdio parecia miragem, eu abracei a oportunidade
    Fiz as pedra virar som pra não faltar o leite e o pão
    Pra garantir o seu papa enfrento até o bicho-papão
    Desculpa o papai com medo na porta da creche, seu [dindo] indo preso
    Mas seu herói hoje faz show, usa um microfone e não mais um oitão
    Quando deu positivo o teste, veio sites na Internet
    A voz abortiva e clandestina, via Sedex tinha o Cytotec
    Mas não há poeta capaz de matar sua poesia
    Deus em silêncio dizia pra eu deixar de ser moleque
    Eu tinha filha pra criar, eles querendo me atirar
    Decidi sair da boca e vou tentar viver de rap
    Vi na rua um moleque gritando: Favela vive
    Eu sabia que os playboy não ia dar conta do recado
    Quando o Djonga lança um disco e taca fogo no racista
    Eu me sinto esperançoso, eu me sinto representado
    Foda-se os kit caro, seus perfume importado
    Tô pouco me fudendo pro hype desses cuzão
    Vi minha vó com 80 anos, caderninho embaixo do braço
    Indo pro centro cultural fazendo alfabetização
    É que eu tenho uma missão, eu dou a vida em cada rap
    Eu só canto o que eu vivo e o que eu vivo é ADL
    Poucos rimam igual Spinardi, eu sei que isso é verdade
    Um dos pouco eu apresento, é o DK 47

    [NaBrisa]
    Às vezes free, rock 'n' roll
    Com um click o bic acende a ponta no farol
    Sai de mim, diz que não
    Me deixa ficar mec, brisa do pôr-do-Sol
    Às vezes free, rock 'n' roll
    Com um click o bic acende a ponta no farol
    Sai de mim, diz que não
    Me deixa ficar mec, brisa do pôr-do-Sol

    Composição: Marginal Supply. Essa informação está errada? Nos avise.
    Enviada por Bruno. Revisões por 3 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.

    Comentários

    Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

    0 / 500

    Faça parte  dessa comunidade 

    Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Marginal Supply e vá além da letra da música.

    Conheça o Letras Academy

    Enviar para a central de dúvidas?

    Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

    Fixe este conteúdo com a aula:

    0 / 500

    Opções de seleção