Alfacinha, Lisboa
Miguel Brito Rebelo
Lisboa
Acordaste-me outro dia
Encontrei-te
Na Baixa triste e vazia
Passeio
Na rua agora fria
Já não vejo a alegria
Vejo o Tejo a chorar
Lisboa
A tua alma é sofrida
Te deixaram
A navegar à deriva
Almejo
Voltar a ver um dia
O teu Sol e a poesia
Te ouvir de novo a cantar
Ai, que saudade
Daquelas noites de Lua
E na cidade
Cantigas lindas na rua
Eu quero ouvir
A tua gente tão boa
És alfacinha, Lisboa
Que eu sempre hei-de amar
Lisboa
Infinita beleza
O teu Fado
Que guarda tanta riqueza
De um barco
Contemplo a maravilha
Vindo de uma cacilha
Majestoso é o luar
Lisboa
Minha voz é um lamento
E cantando
Exala o meu sentimento
Almejo
Voltar a ver-te um outro dia
Sonho acordado que um dia
Tu voltes a brilhar
Ai, que saudade
Daquelas noites de Lua
E na cidade
Cantigas lindas na rua
Eu quero ouvir
A tua gente tão boa
És alfacinha, Lisboa
Que eu sempre hei-de amar



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