
Depois do Rio o Que é Que Vem?
Pocahontas
O dilema entre tradição e liberdade em “Depois do Rio o Que é Que Vem?”
A música “Depois do Rio o Que é Que Vem?”, interpretada por Pocahontas, explora o conflito entre a segurança da tradição e o desejo de aventura, usando o rio como símbolo das mudanças e incertezas da vida. O verso “O que eu mais amo nos rios é / Que eles são sempre tão diferentes / As águas a mudar, e nós a vermos” mostra a admiração da personagem pela constante transformação, em contraste com a busca humana por estabilidade. Esse contraste fica ainda mais evidente no trecho “Segurança impede-nos de conhecermos”, que sugere que o medo de arriscar pode limitar experiências e descobertas.
No contexto do filme “Pocahontas”, a protagonista enfrenta a decisão de seguir o caminho esperado pela sociedade — casar-se com Kokoam, que representa estabilidade — ou se aventurar pelo desconhecido, simbolizado pelo que existe “depois do rio”. A repetição da pergunta “Depois do rio o que é que vem?” reforça a curiosidade e a inquietação de quem sente que há algo além do que está à vista. Quando a letra diz “Vou ignorar o som que tanto chama / Por firme casamento e marido protector / Mas que não sonha e que não se inflama”, fica claro o desejo de não se limitar a uma vida previsível, preferindo buscar sonhos e possibilidades ainda não reveladas. Assim, a canção expressa o impulso de seguir o próprio caminho, mesmo diante das expectativas e pressões externas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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