
Gibão de Couro É a Cara do Vaqueiro
Poeta J Sousa
O simbolismo do gibão em “Gibão de Couro É a Cara do Vaqueiro”
A música “Gibão de Couro É a Cara do Vaqueiro”, de Poeta J Sousa, valoriza um dos maiores símbolos da cultura nordestina: o gibão de couro. O verso “Gibão de couro é a cara do vaqueiro aboiador” mostra que essa peça vai além da proteção física contra a vegetação espinhosa do sertão; ela representa identidade, orgulho e resistência do vaqueiro. A letra destaca que o gibão é feito artesanalmente e tratado “como a uma joia rara”, reforçando seu valor único e insubstituível para quem vive o cotidiano do campo.
A canção também utiliza comparações para mostrar que o gibão pertence exclusivamente ao vaqueiro: “não dá certo no soldado, não dá certo em deputado e nem no chefe da nação”. Ao mencionar cidades e até o “deserto do Saara”, a letra enfatiza que, em qualquer lugar, o gibão remete imediatamente ao vaqueiro nordestino. O orgulho e a tradição aparecem quando o vaqueiro, prestes a participar da “corrida de mourão”, recebe o incentivo do pai, mostrando que o uso do gibão é um legado familiar e comunitário. Assim, Poeta J Sousa celebra o gibão como símbolo de coragem, luta e dignidade do vaqueiro, reforçando sua importância cultural no Nordeste.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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