
Hipócritas
Ponto De Equilibrio
Crítica social e hipocrisia em "Hipócritas" do Ponto De Equilibrio
A música "Hipócritas" do Ponto De Equilibrio faz uma crítica direta à hipocrisia presente na sociedade, mostrando como o sistema transforma crianças inocentes em adultos competitivos e destrutivos. O verso “Mas o sistema a destruiu e hoje elas cresceram / Continuando a competir, continuando a se matar” evidencia como a sociedade incentiva rivalidades e desigualdades desde cedo, criando um ciclo difícil de romper. A repetição da palavra “hipócritas” ao longo da música reforça a denúncia contra aqueles que distorcem valores e discursos para manter privilégios e justificar injustiças.
A letra também utiliza a expressão “filhos da Babilônia” como metáfora para a corrupção e a escuridão do sistema, especialmente no trecho “Burgueses capitalistas, são os filhos da Babilônia / Filhos da escuridão”. Aqui, a banda critica a elite que se beneficia das desigualdades e se recusa a assumir responsabilidade por elas. Outro ponto importante é a crítica à ilusão coletiva, como em “Iludem todo o povo, que luta entre si / E este mesmo povo sonha um dia oprimir”, mostrando que a busca por ascensão social pode alimentar o próprio sistema opressor. Dessa forma, "Hipócritas" provoca reflexão sobre a perpetuação das injustiças sociais e a importância da consciência coletiva para romper esse ciclo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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