
Plene (part. Luísa e Os Alquimistas)
Potyguara Bardo
Transformação e autodescoberta em "Plene (part. Luísa e Os Alquimistas)"
Em "Plene (part. Luísa e Os Alquimistas)", Potyguara Bardo utiliza imagens simbólicas, como a "serpente segurando uma fruta", para abordar temas de transformação e autoconhecimento. Essa referência conecta tanto a mitologia quanto a espiritualidade psicodélica, elementos presentes na trajetória da artista. O verso “Ao ver o meu ego vir a falecer / Descubro o sentido da vida e ele é pra frente” deixa clara a ideia central da música: a necessidade de deixar o ego para trás como caminho para alcançar a plenitude, algo recorrente em experiências espirituais e psicodélicas que inspiram Potyguara.
A letra narra um processo de superação interna, mostrando que enfrentar a dor e o autoconfronto é fundamental para romper padrões de autossabotagem e culpa, como em “Agi por terror a me enganar / Reproduzindo o abuso da minha mente aflita”. A repetição de "pleno" e "plena" reforça o sentimento de leveza e satisfação conquistado após esse processo de autodescoberta. O trecho “Só passei a viver depois que tirei minha venda” indica um despertar para uma nova percepção de si e do mundo, livre das amarras do passado. A menção ao "arcano da morte" do tarô, símbolo de transformação e renascimento, reforça a mensagem de que é preciso encerrar antigos padrões para florescer em uma nova existência, alinhando-se ao tom positivo e libertador da canção.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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