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We Don't Wanna Be No Saints

Powerwolf

Rebeldia e hedonismo em “We Don't Wanna Be No Saints”

Em “We Don't Wanna Be No Saints”, o Powerwolf faz uma crítica direta à busca por redenção e aos padrões morais tradicionais. A música traz referências bíblicas, como “nascemos pecadores como Adão e Eva”, para reforçar a ideia de que errar faz parte da natureza humana e que não há motivo para sentir vergonha dos próprios desejos. O verso “We better sin and get rid of our chains” (É melhor pecarmos e nos livrarmos de nossas correntes) mostra que, para a banda, o pecado pode ser visto como um caminho para a liberdade, rejeitando a culpa imposta por dogmas religiosos.

O videoclipe, gravado em um mosteiro conhecido por seu ambiente sagrado, intensifica o contraste entre o sagrado e o profano. Isso aparece na letra quando símbolos religiosos são usados como metáforas de libertação, como em “Your sacred wine be the blood in our veins” (Que o seu vinho sagrado seja o sangue em nossas veias). O refrão repetitivo e o coro infantil criam um clima de hino rebelde, quase como uma celebração coletiva da transgressão. Ao afirmar “We all celebrate decay” (Todos celebramos a decadência) e “We all celebrate profaned” (Todos celebramos o profanado), o Powerwolf desafia a busca pela pureza e valoriza a imperfeição e a decadência como partes essenciais da experiência humana, transformando a música em um manifesto de hedonismo e rebeldia consciente.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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