
Vá Se Benzer (part. Gal Costa)
Preta Gil
Identidade e resistência em “Vá Se Benzer (part. Gal Costa)”
Em “Vá Se Benzer (part. Gal Costa)”, Preta Gil utiliza a repetição de "Sou eu" e a enumeração de características como "que fuma, que bebe, que dorme" e identidades como "que é gueto, que é gay, que é pobre, homem e mulher" para desafiar estereótipos e padrões sociais. A música afirma a pluralidade de experiências e identidades, deixando claro que ninguém precisa se encaixar nas expectativas dos outros. O verso “Não banque o santo, eu não pareço com você” é um recado direto contra o julgamento moral e a hipocrisia, especialmente relevante em tempos de discursos de ódio e preconceito, como a própria Preta Gil destacou em entrevistas.
A expressão “vá se benzer” vai além do sentido religioso tradicional e, segundo Preta Gil, representa um convite ao autoconhecimento e à evolução pessoal, em vez de julgar o próximo. A menção ao sangue “de origem nobre, negro, branco, índio” celebra a diversidade étnica e cultural, reforçando o orgulho das próprias raízes e a força da mistura. O refrão “Eu sou eu, diz aí quem é você” incentiva o ouvinte a refletir sobre sua própria identidade e autenticidade, ao mesmo tempo em que questiona quem se esconde atrás de julgamentos. O videoclipe, ao mostrar pessoas de diferentes perfis, amplia a mensagem de respeito à diferença e autoaceitação, tornando a canção um manifesto direto contra a intolerância.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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