
Samba do Acre
Pretinho Básico
Humor e folclore sobre o Acre em “Samba do Acre”
"Samba do Acre", do Pretinho Básico, utiliza o humor para abordar os estereótipos e o mistério que cercam o estado do Acre. Desde o início, a música faz piada com a ideia de que o Acre seria quase uma lenda, reforçando isso no verso “o Acre tá aí, tá aí, tá aí”. A canção brinca com a fama do estado de ser pouco conhecido ou até mesmo duvidado por muitos brasileiros, usando esse tema como base para a sátira.
A letra mistura clichês sobre a população indígena e a natureza local, como em “Só índios e vamos pro Acre / Olhar as estrelas e fazer amor”, trazendo um tom leve e irônico. O saci, figura do folclore brasileiro, aparece como metáfora para algo que poucos dizem ter visto, assim como o próprio Acre. Isso fica claro em “E nunca ninguém viu que nem saci / No canto do Brasil eu não nasci”, reforçando o mistério e a distância do estado. Ao longo da música, o Pretinho Básico satiriza os mitos e piadas populares sobre o Acre, mas também reconhece sua existência e características únicas, equilibrando humor e celebração.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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