Confronto e empoderamento feminino em “B.O” de Priscila Senna
Em “B.O”, Priscila Senna utiliza a sigla popular para "boletim de ocorrência" como metáfora para um confronto direto diante da traição. A música adota um tom ameaçador e firme desde o título, deixando claro que a protagonista não aceita ser enganada e está pronta para reagir caso flagre o parceiro com outra. O verso “Eu dou um boi pra não entrar em uma briga, mas eu dou dez pra acabar com a tua vida” mostra essa postura combativa: ela evita confusão, mas, se provocada, não hesita em se impor.
A letra traz o estilo marcante do brega nordestino, gênero no qual Priscila Senna se destaca, e reflete influências de artistas como Walkyria Santos e Joelma, conhecidas por letras de empoderamento feminino. O trecho “Se eu pegar ela, arranco os cabelos dela, é tapa na cara o troféu de mulher safada” explicita a raiva e a vontade de vingança, usando expressões populares para descrever a humilhação pública da rival. Além disso, a música critica a falta de respeito do parceiro, chamando-o de “moleque” e “otário”, e reforça que a traição não será tolerada. Assim, “B.O” mistura indignação, dor e força, conectando-se com quem já passou por situações semelhantes e busca na música uma forma de desabafo e identificação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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