
Caixões Personalizados
Prodigio
Orgulho e desafio no rap em “Caixões Personalizados”
Em “Caixões Personalizados”, Prodigio utiliza uma metáfora forte para abordar as dificuldades e rivalidades que enfrentou no cenário do rap tuga. O título faz referência direta à ideia de que cada adversário terá um "caixão" feito sob medida, simbolizando o destino inevitável daqueles que tentaram imitá-lo ou subestimá-lo. Prodigio assume o papel de alguém que não apenas sobreviveu, mas prosperou diante das cópias e críticas, ironizando o fato de que ele mesmo cuida dos detalhes desse "enterro" simbólico, ou seja, do fim dos que tentaram derrubá-lo sem sucesso.
A letra traz um tom confiante e provocador, com versos como “Nigga, não copia rima alheia” e “Todos são patrões mas quem nomeia? Será que alguém sorteia?”, nos quais Prodigio critica a falta de autenticidade e questiona a legitimidade dos que se autoproclamam líderes. Ele reforça sua originalidade ao afirmar que não canta para MCs, mas retrata gangsters, e lembra que foi subestimado e copiado desde o início da carreira: “Desde o início da carreira eu fui subestimado / Tentaram ocultar o quanto eu fui copiado”. O trecho “Fiquem lá com o rap tuga, vai ser tudo enterrado / Quanto aos caixões, não te preocupes são personalizados” resume a mensagem central: Prodigio transforma as adversidades em força, reafirmando sua posição e deixando claro que cada rival enfrentará as consequências de suas próprias escolhas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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