
Fim do Meu Mundo
Prodigio
Resistência e esperança em "Fim do Meu Mundo" de Prodigio
Em "Fim do Meu Mundo", Prodigio destaca sua recusa em se submeter às expectativas impostas pela sociedade, transformando essa postura em um ato coletivo de resistência e esperança para sua comunidade. Ao dizer “Eu sou esperança desses putos o meu rap é maciço”, ele se coloca como uma referência para jovens que enfrentam abandono do governo e falta de oportunidades. A crítica social é direta nos versos “Vendem mais pilulas do dia seguinte do que preservativos / Mais esquadras do que hospitais onde é que já se viu isso?”, denunciando políticas públicas que priorizam repressão e controle em vez de saúde e prevenção, mostrando o descaso com bairros marginalizados.
A autenticidade aparece como forma de resistência: Prodigio rejeita ser “cópia” ou “ovelha”, deixando claro que sua identidade não está à venda e que não aceitará ser moldado por padrões externos. O trecho “Eu sou o que sou, não o que tu queres que eu seja / Porque eu já era quem sou / Antes de tu quereres que eu fosse aquilo que tu queres que eu seja” resume essa postura firme. O título "Fim do Meu Mundo" representa o risco de perder sua essência ao ceder à pressão externa, e não um fim coletivo. Assim, a música se torna um manifesto de empoderamento, resistência e denúncia, valorizando a luta diária por dignidade e autenticidade em meio às adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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