
Máquina do Tempo
Prodigio
Reflexões sobre escolhas e perdão em “Máquina do Tempo”
Em “Máquina do Tempo”, Prodigio expõe de forma direta o arrependimento e a dor de ter confiado em alguém que o traiu, mas também faz uma autocrítica ao reconhecer seus próprios erros. No trecho “Eu começava por não ter confiado / Ou melhor / Eu começava por não ter depositado / Tanta confiança”, ele expressa o desejo de voltar ao passado para evitar o sofrimento, mas sem fugir da responsabilidade por suas escolhas. O contexto da música, baseado em experiências pessoais de desilusão e traição, reforça a autenticidade do relato e sugere que as situações descritas são inspiradas em vivências reais do artista.
A metáfora da “máquina do tempo” representa o desejo de corrigir decisões que trouxeram dor, especialmente em relacionamentos marcados por promessas não cumpridas e mudanças inesperadas. Ao afirmar “Não precisava ter caído duas vezes para ter percebido que um gajo foi traído 2 vezes”, Prodigio mostra o aprendizado que vem do sofrimento, reconhecendo que tanto ele quanto a ex-parceira são humanos e cometem falhas. A música também fala sobre superação e aceitação, como em “Só que eu sei / Que o tempo vai com o vento / Então daqui para a frente é só esforçar para superar”, revelando uma postura madura diante do fim do relacionamento. O trecho final, que aborda o papel de pai e a tentativa de manter uma relação de amizade, reforça a sinceridade e a melancolia presentes em toda a canção.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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