
Sem Misericórdia
Prodigio
Autoconfiança e crítica no rap em “Sem Misericórdia”
Em “Sem Misericórdia”, Prodigio adota uma postura firme e autoconfiante, deixando claro desde o título que não há espaço para hesitação ou piedade em sua trajetória no rap. Ele utiliza metáforas impactantes para destacar sua superioridade, como ao comparar seus versos a “cocaína” e “eutanásia numa cápsula de Phyzer”, indicando que sua música é tanto viciante quanto fatal para os concorrentes. A menção ao “cockpit, hijack” e à vida acelerada reforça a ideia de que Prodigio está no comando, conduzindo sua carreira com ousadia e sem dar espaço para adversários.
O rapper também faz críticas diretas à falta de originalidade no cenário, como nos versos “Sem misericórdia, vejo tanta cópia / Não tem cena própria, eu não pedi sósias”, mostrando-se como um inovador cercado por imitadores. O contexto do hip-hop lusófono aparece nas referências a nomes como NGA e Sam (provavelmente Sam The Kid), além de elementos culturais como “a mão do Marcelo” (alusão ao presidente português Marcelo Rebelo de Sousa) e “a mão no chinelo” (expressão popular sobre disciplina rígida). Prodigio ainda mistura referências à arte, música e boxe, como em “Meu rap é tattoos com agulha do Cruzfader” e “punchlines que pertencem à mão do Canelo”, para ilustrar a força de suas rimas. Ao se autodenominar “filho do rei” e afirmar que só quem quer “estrilho com um rei” deve provocá-lo, ele reafirma sua posição de destaque e respeito no rap, transmitindo uma mensagem clara de autossuficiência e poder.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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