
Pra Não Dizer Que Não Falei do Ódio
Projota
Superação e autoconhecimento em "Pra Não Dizer Que Não Falei do Ódio"
Em "Pra Não Dizer Que Não Falei do Ódio", Projota faz uma referência direta ao clássico de Geraldo Vandré, trocando as "flores" pelo "ódio" para destacar a escolha consciente de não alimentar esse sentimento. O título já traz uma ironia: ele fala do ódio apenas para afirmar que não quer mais carregá-lo, preferindo trilhar um caminho de autoconhecimento, afeto e superação. A letra é marcada por relatos pessoais, como o período de sete anos sem chorar após a perda da mãe, até o momento de libertação emocional ao finalmente se permitir chorar: "Quando eu chorei, foi pra minha alma se lavar". Esse trecho mostra como enfrentar a dor é fundamental para seguir em frente.
Projota também valoriza suas origens ao mencionar o pai, pedreiro vindo do Piauí, como símbolo de trabalho duro e dignidade: "aprendi com o meu pai que é pedreiro / E eu brincava com a pá, com colher de cimento / No barro assistindo o guerreiro". Além disso, ele critica a hipocrisia social e a desigualdade, apontando para a falta de oportunidades e a violência que afetam sua comunidade, mas deixa claro que não se deixa consumir pelo ódio: "Inimigos não coleciono, não me relaciono, não me emociono / Por eles não sinto nada". Ao final, a música se firma como um manifesto pela busca do amor e da paz, rejeitando o ciclo de ressentimento e valorizando conquistas pessoais e coletivas, transmitindo uma mensagem direta de superação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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