
A Milenar Arte de Meter o Louco
Projota
Resistência e superação em "A Milenar Arte de Meter o Louco"
Em "A Milenar Arte de Meter o Louco", Projota transforma a expressão popular em um símbolo de resistência e ousadia. Ele mostra que desafiar expectativas e romper padrões é uma prática antiga, usada tanto por figuras históricas quanto por pessoas comuns que lutam diariamente para sobreviver e conquistar seu espaço. Trechos como “Tive que ser forte demais / Pra enterrar minha mãe nessa terra” e “Me disseram que eu era louco, louco / Mano, você só vai passar fome que rimar no microfone” revelam as dificuldades pessoais e o preconceito que Projota enfrentou ao escolher o rap como caminho, destacando a coragem e determinação presentes em sua trajetória.
O clipe, ambientado em um hospital psiquiátrico, reforça a crítica social: muitas vezes, quem é chamado de “louco” é apenas quem ousa sonhar diferente ou desafiar o sistema. Projota explora essa ideia ao se autodenominar “rei da selva, filho de Mufasa” e ao afirmar que “meter o louco foi a única forma de chegar / A arte milenar que faz o fraco vencer”. As referências a Romário, Roberto Baggio, J. Dilla, Khal Drogo, Big e Pac ampliam o sentido de superação, mostrando que “meter o louco” é uma estratégia de sobrevivência e vitória para quem parte de baixo. O refrão, repetido como um mantra, celebra essa postura destemida: fazer o possível com o que se tem, sem medo de ser chamado de louco.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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