
Chapa (part. André Maini)
Projota
Crítica social e união em "Chapa (part. André Maini)"
Em "Chapa (part. André Maini)", Projota utiliza o termo "chapa" de forma inteligente, explorando tanto o significado de amigo quanto a ideia de chapa política. Essa escolha reforça o sentimento de coletividade e engajamento social ao longo da música. Projota faz uma crítica direta à exploração e à alienação global, conectando problemas internacionais à realidade brasileira. Ele cita: “Europeus exploram africanos / Chineses ameaçados por americanos / Brasileiros exploram bolivianos”, mostrando que as injustiças atravessam fronteiras e que, no fundo, “as bandeiras são só panos”.
A letra também questiona a superficialidade das soluções midiáticas e a falsa sensação de engajamento, ironizando: “Não se ilude ao pensar que atitude / É o abaixo assinado do galã da malhação”. Projota destaca que a mudança real exige consciência crítica e ação concreta, não apenas gestos simbólicos. Ao mencionar comunidades como Complexo do Alemão, Heliópolis e Capão, ele evidencia a marginalização e a violência enfrentadas por quem vive à margem, mas também rejeita a desumanização: “Chamados de marginais, são / Tratados como animais, não / Isso não somos mais, então”. O refrão “Chapa / Pela vida do meu povo” reforça o compromisso coletivo e a luta por dignidade. No final, a metáfora dos “porcos” aponta para a elite corrupta, exigindo responsabilidade. A participação de André Maini traz um tom melódico que equilibra a força das críticas, tornando a mensagem ainda mais marcante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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