
Eu Sou Livre
Projota
Liberdade e resistência social em "Eu Sou Livre" de Projota
"Eu Sou Livre", de Projota, destaca-se por unir uma melodia suave a uma letra que expõe a dura realidade das periferias brasileiras. O contraste entre o instrumental e o conteúdo da música reforça a força da mensagem: a liberdade, repetida no refrão, não é apresentada como algo conquistado, mas como um desejo coletivo e uma afirmação de resistência diante das adversidades. O verso “Eu só quero poder dizer que... Eu sou livre” mostra que, para muitos, a liberdade ainda é uma promessa distante, limitada por violência, corrupção e desigualdade social.
A letra aborda de forma direta as dificuldades enfrentadas por comunidades marginalizadas, como a falta de perspectiva de quem está preso (“Lá dentro da cadeia tem um mano sem perspectiva”) e a violência que obriga crianças a amadurecerem cedo (“Menino novo chega a falar / Me diz quem eu tenho que matar”). Projota também critica a corrupção política e a hipocrisia do sistema democrático, como nos versos “No olhar de um politico / Eu vi muito mais maldade / Do que num de um assassino a sangue frio” e “Olhem pro povo, democracia é mais que votar”. A participação de Drik Barbosa no refrão reforça o sentimento de empoderamento e esperança, transformando a repetição de “Eu sou livre” em um grito de resistência e dignidade. Assim, a música equilibra denúncia social e esperança, mostrando a luta contínua por respeito, justiça e liberdade verdadeira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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