
Vagabundo Trabalhador
Projota
Identidade e resistência em "Vagabundo Trabalhador" de Projota
Em "Vagabundo Trabalhador", Projota desafia o preconceito ligado ao termo "vagabundo" ao associá-lo à figura do trabalhador, criando uma identidade que foge dos padrões tradicionais de sucesso. O título e o refrão reforçam essa dualidade, mostrando que, mesmo sem emprego formal, salário fixo ou "referência de patrão", há dedicação, luta e amor pelo que se faz. A menção ao filme "Vai Trabalhar, Vagabundo!" aprofunda o debate, trazendo à tona a figura do malandro marginalizado que busca dignidade em uma sociedade excludente, e conecta a música à tradição cultural brasileira de questionar as fronteiras entre trabalho, sobrevivência e marginalização.
A letra traz relatos de dificuldades reais, como a violência policial (“Eu vi que um polícia pode te bater, pode te matar se fizer escondido”), a falta de recursos (“não tenho casa, não tenho nada de valor”) e a sensação constante de exclusão. Apesar disso, Projota valoriza a força dos laços comunitários e a esperança, mesmo diante das derrotas (“A gente perde a luta, perde a guerra, mas não perde a chance de tentar de novo”). O verso “meu currículo é meu proceder” resume a mensagem central: a dignidade e o valor de uma pessoa não dependem de títulos ou empregos formais, mas de sua conduta e resiliência. Assim, a música se transforma em um manifesto por respeito e propósito, mesmo para quem é rotulado e marginalizado pela sociedade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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