
Samba-Enredo 1983 - Das Bananeiras do Libânio Ao Palácio do Samba
Os Protegidos da Princesa
Tradição e orgulho em “Samba-Enredo 1983 - Das Bananeiras do Libânio Ao Palácio do Samba”
O samba-enredo “Samba-Enredo 1983 - Das Bananeiras do Libânio Ao Palácio do Samba”, da escola Os Protegidos da Princesa, resgata a origem da agremiação ao citar as “bananeiras do Libânio”. Essa referência aponta para Boaventura Libânio da Silva, fundador da escola, e para o local onde ela foi criada. O verso “Das sombras das bananeiras / Ergueu-se a bandeira do nosso carnaval” destaca como a escola nasceu de um ambiente simples, marcado pela união da comunidade, e se transformou em uma tradição reconhecida no carnaval, simbolizada pelo “Palácio do Samba”.
A letra também homenageia personagens centrais, como Dona Didi, responsável por batizar a escola, e Libânio, cujo sonho impulsionou a existência da Protegidos da Princesa. Ao afirmar “Num reino de amor e fantasia / Traz no sangue a hegemonia que Dona Didi batizou”, o samba valoriza o legado dessas figuras e a continuidade de seus ideais. Nos versos finais, o tom de celebração se intensifica ao descrever a escola como um espaço de alegria e diversidade, reunindo baianas, passistas, mestre-sala, porta-bandeira e sambistas. Assim, o samba-enredo transforma a história da escola em motivo de orgulho e inspiração para toda a comunidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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