Exibições da letra 5.432
Letra

    Sinto mau cheiro das palavras daqueles que se
    Entregaram, se mancharam com a loucura dos escravos do
    Diabo, poetas viciados no engano do fracasso
    Endividado com o rei das trevas, encurralados
    Selados, marcados, robotizados, programados
    Manipulados se acham tão engraçado, disparam de cima
    Pra baixo, regaço abro o buraco, eu me orgulho do que
    Faço, se é pra calar eu calo, se é pra falar eu falo
    Eu falo dos fantoches espalhados por todos os lados
    Veneno derramado, cenários armados, relatos
    Falsificados, egos inchados, amargos, querem todo o
    Espaço, eles e a vaidade morrem sempre abraçado
    Fagulha que incendeia, a paisagem inteira fala
    Besteira, canseira se meter em briga alheia, puxa cão
    Pelas orelhas, igual zunido de abelha, idéia que não
    Clareia, baixa a bola respeita, xarope fim de
    Carreira, que apodreça a língua da falsa testemunha
    Que adormeça a dor de minhas lutas, tão velozes quanto
    O fim dos assassinos, inesperado, incontrolável
    Repentino, tão feroz quanto a coragem dos que perdoam
    Ta fulminante quanto os caçadores que voam, os
    Assessores da mentira fazem silencio, fogo mortal no
    Vale do entendimento, que o vento leva a cinza dos meus
    Opressores, que a escuridão traga o salário dos
    Opositores

    Se não tem o que falar zip fica quieto, aqui o papo é
    Reto os comedia sai de perto

    Da licença Isaias parceiro Provérbio X, cheguei atraso
    Nem trouxe a letra que fiz, mas hoje só sai, casa cai
    Hora da caCa o encontro já marcado de hoje não passa
    O tema inspira, só basta e vira mentira de um mundo me
    Leva pra outro, sou bicho solto difícil de segurar
    Desafio ai mais vou jogar, e pode crer não jogo pra
    Perder ou empatar, bate rebate, vai e vem, bola no
    Ataque, de repente contraquezada de ataque, falo, falo
    Ao invés da boca fecha, falo falo calo calo astro
    Bancada, e nesse momento, vacilam, não tem mais o
    Destino na mão, depende da penitência do perdão
    Sujeito a lei do cão, Brasília querida nasci e cresci
    Nessa city, amagogiada, parceiro, patifes, patrões
    Empregados, negócios fechados, contratos firmados
    Coração na sola do sapato, segundo ato hip-hop aqui é
    Fato, milhares na periferia falam do planalto
    Canalhas, urubus, aves de rapina, ratos, propagadores
    Da mentira, falsos

    Se não tem o que falar zip fica quieto, aqui o papo é
    Reto os comédia sai de perto

    Composição: Isaias Junior, X-Barao. Essa informação está errada? Nos avise.
    Enviada por lucas. Legendado por Camila. Revisões por 2 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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