
CARNAVAL (part. Marina Sena)
Psirico
Liberdade e ousadia em “CARNAVAL (part. Marina Sena)”
“CARNAVAL (part. Marina Sena)”, de Psirico, retrata de forma direta e animada o espírito de liberdade e desapego que define o Carnaval brasileiro. Logo no início, versos como “Hoje cê pode me esquecer / É carnaval no Brasil / Sou eu que mando na porra da vibe” mostram que, durante a festa, as regras do dia a dia são deixadas de lado e o foco é aproveitar o momento sem cobranças ou amarras emocionais. Essa atitude reflete a energia e autonomia típicas do Carnaval, reforçadas pelo ritmo contagiante do pagode baiano, marca registrada do Psirico.
A letra explora a tensão entre desejo e desapego, como em “Mas, se eu te encontro no fogo, eu sou sua / É que eu não aguento sua cara de puto”. O termo “fogo” pode se referir tanto ao clima intenso da festa quanto à atração física, sugerindo que, mesmo com o discurso de liberdade, ainda há espaço para encontros impulsivos. O refrão “Quer tapa? Toma tapa” traz uma expressão popular que pode ser entendida como provocação ou convite à ousadia, reforçando o tom descontraído da música.
A parceria entre Marina Sena e Psirico une o pop contemporâneo ao pagode baiano, ampliando a mistura de estilos e a celebração da diversidade. Ao afirmar “Só vem se tiver no pente, não tem nada que me prende / Comigo é diferente / Só te pego e vou embora”, a música reforça a ideia de viver o presente sem compromissos, celebrando a autonomia e a intensidade dos encontros típicos do Carnaval.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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