
Tempo
pumapjl
Conflitos e superação social em "Tempo" de pumapjl
Em "Tempo", pumapjl explora o conflito entre a ascensão social e o peso das próprias origens. Ao se definir como "favelado chique" e mencionar o uso de roupas caras que "vai acabar me matando", ele evidencia a conquista de status, mas também o desconforto e a sensação de que o sucesso material pode trazer novos problemas, como sofrimento e alienação. O artista reflete sobre o impacto de um estilo de vida caro e a saudade dos amigos e dos eventos sociais, como mostra o verso: "Mais de 4 meses que eu ainda não vejo meus manos / Se pa falta de baile que anda me matando". Essa ausência reforça o sentimento de isolamento, mesmo após conquistas pessoais.
A música também aborda a luta contra vícios e a busca por sobriedade. Logo no início, pumapjl afirma que o álcool não faz parte de sua vida há anos, mas ainda assim se sente desorientado, como sugerem os "anjos internos" que o alertam sobre o tempo passando. Há uma crítica social ao ambiente difícil de onde veio, expressa em versos como "Aonde chora a mãe quando nasce o filho vivo" e na ironia do Natal marcado por tiros, não por sinos. O artista contrapõe memórias nostálgicas dos bailes e da convivência com amigos à realidade de isolamento e ao desejo de planejar um futuro melhor, sem ser "mais um indigente". "Tempo" se destaca como um relato honesto de superação, ambivalência e esperança, equilibrando melancolia e determinação diante das adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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