
Concubina (part. Pique Raro)
Puterrier
Empoderamento e liberdade feminina em “Concubina (part. Pique Raro)”
A música “Concubina (part. Pique Raro)” de Puterrier se destaca por ressignificar o termo "concubina", tradicionalmente associado a um papel submisso, e transformá-lo em símbolo de autonomia e empoderamento feminino. A letra valoriza a mulher livre e dona de si, como nos versos “Ela sabe qual é o pique / Foda-se ela é vigente / Sempre se aventurando, bebê linda”, que mostram uma protagonista segura, que vive o prazer sem culpa ou restrições.
A canção mistura referências mitológicas e culturais, como em “Traz a Afrodeusa que eu sou de raça / Em Valhalla tu joga o culo pra cima”, unindo elementos da cultura afro-brasileira e nórdica para criar um ambiente de celebração e transgressão. O contexto do “AtabaGrime” – fusão do funk carioca com grime britânico – aparece tanto na batida quanto na linguagem repleta de gírias, como “calica”, “bradock” e “malote”. O refrão “Concubina / Desce com o cu / Balançando / Hors concours” reforça a ideia de exclusividade e destaque, já que “hors concours” significa algo fora de competição. Além disso, a música aborda relacionamentos abertos e a ausência de ciúmes, como em “Sem papo de favorita / Sem briga chama tua amiga”, sugerindo um ambiente de liberdade e diversão. Assim, “Concubina” retrata de forma irreverente a noite carioca, celebrando sensualidade, empoderamento e mistura cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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