Pobre, Pobre (Primeiros Erros)
Quanta Ladeira
Crítica social e humor em "Pobre, Pobre (Primeiros Erros)"
Em "Pobre, Pobre (Primeiros Erros)", o Quanta Ladeira faz uma paródia irônica do clássico de Kiko Zambianchi, usando o humor para abordar as desigualdades sociais e os sonhos frustrados de quem vive à margem. A banda transforma o tom melancólico da música original em uma sátira, destacando o contraste entre o que se deseja e o que realmente se pode alcançar quando se é pobre. O verso “Se um dia eu pudesse ter / Um montão de dinheiro / Eu botava para fuder / E fecharia um puteiro” mostra como até os sonhos de ascensão social são atravessados por situações absurdas ou moralmente ambíguas, reforçando o tom irreverente característico do grupo.
A letra também faz críticas diretas à marginalização dos pobres, especialmente ao abordar o consumo de drogas. A repetição do termo “pó” e a menção ao uso de drogas pelo narrador e seus parentes ironizam o fato de que até os prazeres proibidos são inacessíveis para quem não tem dinheiro. O refrão “Mas sou pobre, pobre... 'e pó'” faz um trocadilho entre a expressão “e pó” (sugerindo o fim, o nada) e a droga, ampliando o duplo sentido e reforçando o sentimento de exclusão social. Com deboche e crítica, o Quanta Ladeira transforma a música em um retrato bem-humorado, mas contundente, da realidade de muitos brasileiros.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Quanta Ladeira e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: