
Não Era Pra Ser
Quarteto Coração de Potro
Relação entre pai e filha em “Não Era Pra Ser”
“Não Era Pra Ser”, do Quarteto Coração de Potro, destaca-se por unir a tradição da doma de cavalos à delicadeza da relação entre pai e filha, usando o potro indomável como símbolo da inocência e liberdade da infância. O contexto da cultura gaúcha é essencial para entender a letra: a doma, geralmente associada à força e ao controle, aqui se transforma em um momento de reflexão sobre limites, proteção e respeito à pureza, especialmente quando a filha pequena, chamada de “flor do meu jasmim”, se aproxima do animal.
A música explora a tensão entre o instinto de proteger e o desejo de confiar no destino, evidenciada no trecho “no assombro da encruzilhada / De correr por pai, ou de rezar pro Outro!”. O suspense é resolvido de forma tranquila, sugerindo que tanto a prece quanto a natureza do potro ajudam a preservar a inocência da criança. O verso “Ou o próprio 'maula' quis poupar a infância / Pela pureza de seus ternos traços” reforça essa ideia, atribuindo ao animal uma sensibilidade diante da fragilidade da menina. No final, ao tirar o buçal e abençoar o potro, o pai demonstra gratidão e respeito, não só ao animal, mas também à vida simples e aos valores do campo, celebrando a tradição nativista e a beleza dos pequenos milagres do cotidiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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