
Folcloreando
Quarteto Coração de Potro
Tradição e humor rural em “Folcloreando” do Quarteto Coração de Potro
“Folcloreando”, do Quarteto Coração de Potro, retrata com leveza e bom humor o cotidiano do homem do campo, valorizando tanto as dificuldades quanto as alegrias da vida rural. A letra brinca com a ideia de pertencimento e desapego, como no verso “Não venho de muito perto / E pra bem longe é que vou”, que sugere a vida itinerante do tropeiro ou peão, sempre em movimento, sem raízes fixas, mas profundamente ligado à cultura local. A expressão “quem tem lado é boi de canga” reforça essa liberdade, indicando que apenas o boi preso à canga tem um lado definido, enquanto o narrador se vê como alguém livre, sem amarras.
O título “Folcloreando” e o refrão mostram a intenção do grupo de celebrar e divulgar as tradições nativistas, misturando referências do folclore latino-americano e gaúcho. Elementos como “café preto e bolo frito”, “poncho de napa” e “bota de goma” representam símbolos do dia a dia rural, enquanto versos como “rodeio parado a grito” e “chacarereando pras moça” trazem o humor e a leveza das conversas do interior. O trecho final, “Quando eu morrer, façam farra / Não quero ninguém chorando”, reforça o tom descontraído e a celebração da vida, sugerindo que a melhor homenagem é manter vivas as tradições e a alegria, mesmo diante da morte. Assim, a música faz um retrato carinhoso e divertido do universo rural, reafirmando o compromisso do grupo com a preservação e renovação da cultura nativista.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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