
Poema de Adeus
Quarteto Coração de Potro
Memórias e despedida no universo rural em “Poema de Adeus”
“Poema de Adeus”, do Quarteto Coração de Potro, destaca-se por unir elementos do cotidiano rural a sentimentos de despedida, valorizando as pequenas memórias e tradições do sul do Brasil. A letra traz imagens como “o brilho dos teus olhos”, “cheiro suave de alecrim” e “trança do cabelo, uma flor”, que reforçam a atmosfera nostálgica e conectam a música à cultura nativista, característica marcante do grupo. Essas referências evocam o ambiente do campo e a simplicidade das relações, aproximando a canção da obra de artistas como Noel Guarany e Alfredo Zitarrosa, conhecidos por retratar a poesia da vida rural.
A emoção da música se constrói em torno da despedida, mas sem ressentimento. O tom é de gratidão e saudade, como mostram versos como “chora a cancela, porque o vento quis assim” e “o sal dos olhos que insiste em cair”. Essas metáforas ilustram o lamento silencioso da separação, com o vento e as lágrimas simbolizando a inevitabilidade do adeus. Ao citar “te veste em Dalva, pra alumbrar meu corredor”, a letra faz referência à estrela Dalva, sugerindo que a lembrança da pessoa amada continuará iluminando o caminho de quem fica. Assim, “Poema de Adeus” transforma a despedida em um tributo à memória, à cultura e ao amor vivido, mantendo viva a tradição e a sensibilidade do universo rural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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