
Tô de Volta, Chamarrita
Quarteto Coração de Potro
Saudade e reencontro em “Tô de Volta, Chamarrita”
A música “Tô de Volta, Chamarrita”, do Quarteto Coração de Potro, retrata de forma clara o impacto da saudade e do pertencimento à terra natal na vida do gaúcho. Versos como “venho com a alma empoeirada das lonjuras que cruzei” e “trago os arreios judiados e as cordas que arrebentei” mostram não só as dificuldades físicas da distância, mas também o desgaste emocional de quem está longe de casa. O trecho “meu pobre coração... tem andado ‘flaquito’ à soga com a solidão” reforça o peso da solidão, mesmo para quem é resistente e acostumado aos desafios do campo.
O termo “chamarrita”, que dá nome à música, é uma dança tradicional gaúcha e aparece aqui como símbolo das raízes culturais do personagem. Ao pedir que a chamarrita anuncie seu retorno, o narrador reforça a importância das tradições e da ligação com a terra. O retorno é carregado de expectativa e emoção, como mostram os versos “me vejo boleando a perna na frente do rancho dela” e “me entregar ao feitiço dos olhos da minha bela”, em que o reencontro com a amada representa a reconexão com tudo o que é essencial: o amor, a terra e a identidade. A canção, com seu tom nostálgico e acolhedor, transforma a volta para casa em uma celebração das origens e dos afetos, mostrando que o verdadeiro lar está onde estão as raízes e o coração.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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