
Diamantina
Quem É Você, Alice?
Dualidade emocional e vício em "Diamantina" de Quem É Você, Alice?
Em "Diamantina", da Quem É Você, Alice?, a letra explora a tensão entre pureza e vício ao comparar o coração do eu lírico a um diamante e a pessoa amada à cocaína. O verso “Minha camisa é preta, meu coração diamantina / Meus vícios são tão poucos, mas você é cocaína” destaca como o relacionamento é visto como algo precioso, mas também perigoso e viciante. O termo "diamantina" pode remeter tanto à dureza e brilho de um diamante quanto à cidade mineira famosa por sua beleza e isolamento, ampliando o sentido de algo valioso, porém distante ou inacessível.
A música revela uma vulnerabilidade intensa, com o narrador dividido entre o desejo de estar junto e o medo de aprisionar a outra pessoa. Isso fica claro em versos como “Não quero te ver presa, mas não quero te ver sozinha” e “Disponha-se agora que a tristeza é toda minha”. O pedido “Me salva, me mata / Guarda um pedacinho de mim pra ti” sintetiza a dualidade entre buscar salvação e se entregar ao sofrimento do amor. A melancolia, característica do shoegaze e emo presentes na banda, aparece na exaustão emocional expressa em “Eu não aguento mais ter que te olhar / Eu não quero voltar pra casa”, mostrando um ciclo doloroso do qual é difícil sair, mas impossível de abandonar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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