
Poesia LOUD
Quik Irônico
Celebração da comunidade gamer em “Poesia LOUD”
Em “Poesia LOUD”, Quik Irônico transforma a música em um hino para os fãs e jogadores da LOUD, uma das maiores organizações de eSports do Brasil. A repetição do termo “clipa” não é apenas um convite para registrar jogadas, mas também representa o orgulho coletivo de quem acompanha a equipe, reforçando a cultura de compartilhar conquistas e momentos marcantes no universo gamer. A letra menciona diretamente integrantes como Coringa, Babi e Bradoock, celebrando tanto a individualidade quanto o trabalho em equipe, e mostrando que o sucesso da LOUD é resultado da união de talentos diversos.
A música valoriza a força e a resiliência do grupo, especialmente diante das críticas, como nos versos “Mesmo quando sofre hate / Mas continua sempre vencendo”. Termos típicos do Free Fire, como “headshot” e “Booyah!”, aproximam ainda mais a canção do público gamer, criando identificação imediata. O refrão e frases como “Os falador passa mal, e depois paga pau” deixam claro que a música também serve como resposta aos críticos, reforçando a confiança e o espírito de superação da equipe. Ao destacar tanto jogadores quanto jogadoras, como em “As mina tá braba, cê quer vir testar / O nível hacker eu vou ativar”, a música transmite uma mensagem de inclusão e respeito, consolidando o sentimento de comunidade e paixão que move a LOUD e seus fãs.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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