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El Forastero

Quilapayún

Letra

O Estrangeiro

El Forastero

Que da planície vemQue de la llanura viene
isso diz o passo medroso:lo dice el tranco miedoso:
um pé pede licençaa un pie le pide permiso
pra levantar o outropara levantar el otro
e todo se descompõe,y entero lo descompone,
o caminho pedregoso.el camino pedregoso.

Que o lírio dá sombra ruimQue el litre da mala sombra
disseram quando era jovemle dijeron cuando mozo
e a nenhum árvore se aproximay a ningún árbol se arrima
se não sombrear com outra,si no sombrea con otro,
acha má intençãohalla maligna intención
também no salgueiro piedoso.hasta en el sauce piadoso.

Os montanheses gritam pra eleLos montañeses le gritan
na última curva:en el último recodo:
caminhos da montanhacaminos de la montaña
são de Deus e nossos.son de Dios y de nosotros.

Voz do vento que atropelaVoz del viento que atropella
ouve fechando os olhosoye cerrando los ojos
e faz uma cruz de suspirosy hace una cruz de suspiros
por sua planície em descansopor su llanura en reposo
quando passa o redemoinhocuando pasa el remolino
de papel, pedra e poeira.de papel y piedra y polvo.

Digo que cantam à noiteDigo que cantan de noche
os altos pinheiros sonoros.los altos pinos sonoros.
Nada soube o estrangeiroNada supo el forastero
do curto passo medrosodel corto tranco miedoso
e se vai com a licençay se va con el permiso
de um pé pra levantar o outro.de un pie para alzar el otro.

Composição: Carlos Préndez Saldias / Eduardo Carrasco. Essa informação está errada? Nos avise.

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