Tradução gerada automaticamente

Un Hombre Desterrado
Quilapayún
Um Homem Desterrado
Un Hombre Desterrado
Porque as chuvas amargasPorque las lluvias amargas
preenchem o ar de lamento;llenan los aires de llanto;
morte nos cobre o rostomuerte nos tapa la cara
vida se tornou um sarcasmo.vida se ha vuelto un sarcasmo
Um homem desterradoUn hombre desterrado
que sente estranho o pão que come,que siente ajeno el pan que come,
estranho o ar que respira,ajeno el aire que respira,
estranho o rosto que o observa.ajeno el rostro que lo mira.
Um homem desterradoUn hombre desterrado
e aquela rua que se perdey aquella calle que se pierde
aquele canto que se desfazaquel rincón que se deshace
e aquela praça que se apaga.y aquella plaza que se borra.
Um homem desterradoUn hombre desterrado
e a nostalgia que apertay la nostalgia que atenaza
e tudo longe, sem retornoy todo lejos, sin retorno
e um hoje estranho e estrangeiro.y un hoy extraño y extranjero.
Um homem desterrado.Un hombre desterrado.
Não existe limite no choro,No existe límite en el llanto,
não tem fim a morteno tiene término la muerte
que aquela ofensa não conceba.que aquélla afrenta no conciba.
Mulheres desterradas.Mujeres desterradas.
Não existe limite no choro.No existe límite en el llanto.
Uma criança desterrada.Un niño desterrado.
Não tem fim a morte.No tiene término la muerte.
Um homem desterrado.Un hombre desterrado.
Já a palavra vai dizendoYa la palabra va diciendo
que mãe-terra e pai-céu,que madre-tierra y padre-cielo,
que luz irmã e mar irmãoque luz hermana y mar hermano
estão morrendo... estão morrendo.se van muriendo... se van muriendo.



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