
La Internacional
Quilapayún
Resistência e esperança em "La Internacional" do Quilapayún
A versão de "La Internacional" interpretada pelo Quilapayún destaca-se por conectar a luta histórica do movimento operário europeu ao contexto político da América Latina nos anos 1970, especialmente no Chile antes do golpe militar. O início da canção, com versos como “Arriba los pobres del mundo / De pie los esclavos sin pan”, funciona como um chamado direto à união dos trabalhadores e à ação coletiva contra a opressão e a desigualdade. Essa abordagem reflete o engajamento político do Quilapayún e seu compromisso com as causas sociais.
A letra traz metáforas claras de transformação social, como em “Cambiemos el mundo de base / Hundiendo al imperio burgués” (Vamos mudar o mundo pela raiz / Derrubando o império burguês), defendendo uma mudança radical nas estruturas de poder. O refrão “Agrupémonos todos en la lucha final” (Vamos nos unir todos na luta final) reforça a ideia de solidariedade internacional entre os trabalhadores. Já o trecho “El día que el triunfo alcancemos / Ni esclavos ni hambrientos habrán / La tierra será el paraíso / De toda la Humanidad” (No dia em que alcançarmos a vitória / Não haverá escravos nem famintos / A terra será o paraíso / De toda a humanidade) projeta uma visão utópica de um mundo sem exploração, onde o trabalho coletivo garante prosperidade para todos. Ao escolher essa música em um período de intensa mobilização social, o Quilapayún transformou "La Internacional" em um símbolo de resistência e esperança para os oprimidos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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