
Velha Choupana
Quim Barreiros
Nostalgia e raízes em “Velha Choupana” de Quim Barreiros
Em “Velha Choupana”, Quim Barreiros adota um tom nostálgico e sincero, diferente do humor e duplo sentido que marcam grande parte de sua carreira. A música explora a saudade e a simplicidade da vida rural portuguesa, centrando-se na experiência de um emigrante. Mesmo sem reclamar da vida no exterior, o personagem sente falta das pequenas alegrias e do convívio em sua terra natal, como fica claro nos versos: “Eu não me posso queixar / Da vida de emigrante / Mas tenho muitas saudades / Da minha terra distante”.
O refrão, com “Choupana velha / À beira da estrada / Ai que saudades no meu coração”, transforma a velha choupana em símbolo de felicidade simples, vivida sem luxo, mas cheia de significado afetivo. As menções ao “café do Zé da Ponte” e às “caçadas no monte” reforçam o valor das relações comunitárias e das tradições locais, elementos que o emigrante sente falta ao viver longe. O trecho “Hoje estou no estrangeiro / Porque o dinheiro me engana / Nunca me posso esquecer / Daquela velha choupana” resume a mensagem central: conquistas materiais não substituem as memórias e o sentimento de pertencimento. Assim, a canção presta homenagem à vida simples e à saudade, sentimentos que ressoam com muitos portugueses que deixaram sua terra.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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