
Cavalo Marinho
Quinteto Violado
Tradição e celebração popular em “Cavalo Marinho”
“Cavalo Marinho”, do Quinteto Violado, transforma em música a energia e teatralidade do folguedo nordestino de mesmo nome. A canção traz elementos típicos dessa manifestação popular, como o convite ao “boi bonito” para dançar, que aparece repetidamente e faz referência direta à tradição do Cavalo Marinho. Nessa festa, personagens mascarados e animais simbólicos, como o boi e o cavalo, são centrais nas encenações que celebram o cotidiano rural e o imaginário das comunidades da Zona da Mata de Pernambuco e Paraíba. Os versos “Já deu meia noite / Já rompeu a aurora” marcam o ciclo das festas populares, que atravessam a madrugada e expressam a resistência e alegria dessas celebrações.
A letra destaca também a interação entre os brincantes e a comunidade, como em “Cavalo marinho / Chega mais pra adiante / Faz uma misura / Pra toda essa gente”. Aqui, a “misura” (reverência ou saudação) reforça o caráter coletivo e festivo do evento. As menções à dona da casa com “muito dinheiro” ou “galinha assada” brincam com a tradição de receber bem os artistas populares, sugerindo recompensas simbólicas ou reais pela apresentação. O chamado para ir embora após a aurora encerra a festa com leveza, respeitando o tempo da tradição. Assim, a música homenageia o Cavalo Marinho, celebrando sua musicalidade, teatralidade e importância na cultura nordestina.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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