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Algoz de Si - Itadori Yuji - (Jujutsu Kaisen)

Rafão Music

LetraSignificado

    Mostra o desejo e ignore o papel
    Mostre esse inferno que está perto do céu
    Em um instante ser forte
    Não é tão bom assim
    Ou só se aplica o ciclo pra mim
    Já tantas dores que esse é meu redor
    Uma promessa que fiz virou pó
    Eu descumpri e vou morrer só
    Por querer ser o maior

    Errei em existir
    Depender de mim?
    Tudo pelo qual eu mais lutei
    E agora por que já mais não sei
    No que eu progredi?
    O momento em que desisti
    Mas eu me tornei quem
    Pensa em si
    Não no bem

    Topo só vale
    Se há um algoz
    Sem uma ameaça
    Quem somos nós?
    Uma bomba nuclear
    Pronta pra usar
    Pra se contentar
    Em não ter voz
    Façam-se algemas
    Juram atroz
    Como paz, Em manhã?
    Sem ter amanhã

    Não sou a arma de ninguém
    Casca, ainda sou quem?
    Escravo à dependência
    Sem um ser resistência
    Será que sou alguém?
    Que fiz de refém
    O peso que só eu sozinho
    Posso entender bem
    Em um nó
    Preso em ser o melhor
    Deixei pra trás decências
    Por bem de consciência
    Que vai-se ao pó
    Digno a ter dó
    Bem que ser o mais forte
    É aceitar ser só e só

    Nome próprio já não sei
    Me diz, diferença têm?
    Qual valor, Itadori?
    Objeto e mais ninguém
    Remessa, alma sem cor
    Quem um dia recusou
    Alusão direta ao princípio
    Da dor entre faces de um fascínio
    Culpa pós-Extermínio
    Pose de tal domínio
    Fiz, fui, mas no fim
    Acabei igual a ele
    Há tanto que assemelhe
    Mas a minha existência
    Não funciona igual à dele

    Cobrar de um só ser
    Ninguém vai te entender
    Tanto no fim pra ceder
    Por que só me restou desfalecer?
    Será que eu perdi?
    No momento que desisti?
    Cansei de ser só alguém
    Pus a máscara e bem pois

    Não sou a arma de ninguém
    Casca, ainda sou quem?
    Escravo à dependência
    Sem um ser resistência
    Será que sou alguém?
    Que fiz de refém
    O peso que só eu sozinho
    Posso entender bem
    Em um nó
    Preso em ser o melhor
    Deixei pra trás decências
    Por bem de consciência
    Que vai-se ao pó
    Digno a ter dó
    Bem que ser o mais forte
    É aceitar ser só e só

    Pra sempre eu terei de prover
    Condenei-me a ter que viver
    O ciclo sem fim
    Nunca acaba enfim
    Eterno peão
    Que faz o mundo girar
    Não sabia que a força
    Viria a me isolar
    Desculpa, essa promessa eu não cumpri
    Pensa bem, o que foi que eu consegui?
    No fim fiquei sozinho e nada mudou
    Mas não importa o que eu for pois

    Não sou!
    Não sou!

    Não sou a arma de ninguém
    Casca, ainda sou quem?
    Escravo à dependência
    Sem um ser resistência
    Será que sou alguém?
    Que fiz de refém
    O peso que só eu sozinho
    Posso entender bem
    Em um nó
    Preso em ser o melhor
    Deixei pra trás decências
    Por bem de consciência
    Que vai-se ao pó
    Digno a ter dó
    Bem que ser o mais forte
    É aceitar ser só e só


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