Filipe Ret Freestyle (part. Froid e Bl4ck)
RAP, falando
Crítica à indústria e homenagem em “Filipe Ret Freestyle”
"Filipe Ret Freestyle (part. Froid e Bl4ck)" traz uma crítica direta à comercialização do rap, especialmente ao abordar como o mercado pode esvaziar a autenticidade do gênero. O verso “Toda indústria lustra o Pop igual o maldito Elvis” faz referência ao histórico de Elvis Presley, que se apropriou de elementos da música negra para alcançar o sucesso no mainstream. Com isso, os artistas expressam preocupação com a perda de identidade do rap diante das pressões comerciais. Outro trecho marcante, “Manos tão fazendo o rap lixo? Eu sou Tupac, sem crack”, reforça a busca por manter a essência do rap, evocando Tupac Shakur como símbolo de resistência e profundidade, ao mesmo tempo em que rejeita estereótipos negativos ligados ao gênero.
A faixa também presta homenagem a Filipe Ret, tanto no título quanto na menção direta: “Eu vou transar com ela na praia, ouvir Felipe Ret”. Essa referência, junto com o reconhecimento público de Froid ao chamar Ret de “o maior poeta da nossa geração”, destaca a influência de Ret e a valorização de sua autenticidade poética. A letra ainda aborda questões sociais como desigualdade e racismo, exemplificadas em “Esse dinheiro faz os negos terem pesadelo / Por falta dele, quando tem, também é um desespero”. Ao unir críticas sociais, referências culturais e reflexões sobre identidade, a música reforça a importância de manter a verdade e a originalidade no rap brasileiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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