Rap dos Terceiro
Rap Proibido 9
Violência e rivalidade em "Rap dos Terceiro" nas favelas cariocas
"Rap dos Terceiro", do RAP PROIBIDO 9, expõe de forma direta a rivalidade violenta entre facções do tráfico nas favelas do Rio de Janeiro. A música utiliza uma linguagem agressiva e ofensiva para marcar território e intimidar adversários, refletindo o ambiente hostil dessas comunidades. O termo "terceiros" faz referência a um grupo rival que tenta invadir o "morrão", enquanto "X9" é usado para identificar delatores, ambos considerados inimigos a serem eliminados. Frases repetidas como “dou tiro na cabeça, na cintura, também dou tiro na bunda” reforçam a ameaça de violência e usam o duplo sentido sexual para humilhar e desmoralizar os rivais, uma prática comum no estilo "proibidão" para afirmar a superioridade do grupo dominante.
O tom celebratório em versos como “Que coisa linda! Que coisa maravilhosa!” ao descrever o comando traficando e os rivais sendo alvejados mostra como a violência e o domínio territorial são vistos como motivo de orgulho. O uso de xingamentos e expressões como “bando de sanguessuga” e “dão a bunda” serve para desumanizar e ridicularizar os adversários, criando um clima de ódio e desprezo. O contexto do "proibidão" é essencial para entender a música: além de retratar a realidade brutal das comunidades marginalizadas, ela desafia os limites da liberdade de expressão e frequentemente enfrenta censura por fazer apologia ao crime e à violência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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