
Limão
Raquel Tavares
Juventude e liberdade no frescor de “Limão” de Raquel Tavares
Em “Limão”, Raquel Tavares utiliza o limão verde como metáfora central para explorar temas de juventude, desejo e a dualidade do amor. O limão, além de representar frescor e vitalidade, também sugere o lado agridoce das relações, indicando que o amor pode trazer tanto prazer quanto desafios. A repetição do verso “Ó, limão, ó, verde limão / Solteirinha sim, casadinha não” destaca a valorização da liberdade e da leveza, características de uma fase da vida em que o compromisso não é prioridade e o flerte é visto de forma positiva e divertida.
A simplicidade popular da música se revela na forma como a busca pelo amor perdido é apresentada: “Ó, luar da meia-noite / Alumia cá pra baixo / Que eu perdi o meu amor / E às escuras não o acho”. O luar, símbolo tradicional do fado, representa esperança e saudade, funcionando como guia na procura pelo amor. No trecho “Os olhos do meu amor / São grãozinhos de pimenta / Namorei-os na igreja / Ao tomar a água-benta”, há uma mistura de inocência e malícia, mostrando o jogo de sedução mesmo em ambientes sagrados. A produção contemporânea do álbum, aliada à tradição do fado, transforma “Limão” em uma celebração dos sentimentos simples e universais ligados ao amor e ao desejo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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