
Ver Em Cores (part. Liniker)
Rashid
Redescoberta do afeto e esperança em “Ver Em Cores”
“Ver Em Cores (part. Liniker)”, de Rashid, transforma a experiência do isolamento durante a pandemia em uma celebração do reencontro e do afeto. A metáfora de “ver em cores” simboliza a redescoberta da vida plena após o distanciamento social. O verso “Quero a vida de volta no analógico / Já que essa liberdade é a de um bicho no zoo–lógico” faz referência direta ao contexto pós-pandêmico, expressando o desejo de retomar o contato humano verdadeiro, em contraste com a frieza das interações digitais e o confinamento. Quando a letra menciona que a solidão é “tão 2020”, reforça o convite para superar o isolamento e valorizar os encontros reais, como o próprio Rashid destacou ao dizer que a música representa a volta dos abraços e das possibilidades.
A canção também aborda o pertencimento e o afeto, como em “Quanto mais eu ando mais entendo a grandeza de pertencer”, mostrando que o contato humano é fundamental para a sensação de plenitude. O refrão, repetido como um mantra, expressa o desejo de “caber no amor, sem perguntar”, sugerindo uma entrega sem reservas ao sentimento e à esperança de dias melhores. A participação de Liniker, pensada desde o início por Rashid, intensifica a atmosfera acolhedora e sensorial da música, reforçada pelo videoclipe que destaca as sensações de reencontro e abraço. Assim, “Ver Em Cores” se destaca como um hino à esperança, à renovação e à importância dos laços afetivos em tempos de reconstrução coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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