
Amazônia Nunca Mais
Ratos de Porão
Crítica social e ambiental em “Amazônia Nunca Mais”
A música “Amazônia Nunca Mais”, da banda Ratos de Porão, faz uma crítica direta à destruição da floresta amazônica e à exploração dos povos indígenas. Ao chamar a floresta de “inferno verde”, a letra rompe com a visão idealizada da Amazônia e destaca o abandono e a violência que marcam sua história recente. O refrão “Cuidado! Senão, amazônia nunca mais!” serve como um alerta urgente sobre o risco de desaparecimento da floresta, reforçando o tom de denúncia que sempre esteve presente no trabalho do grupo, especialmente em sua parceria com o Greenpeace.
A letra aborda de forma explícita a invasão promovida pelo “homem branco”, que “escravizou e prostituiu” os povos originários, aproveitando-se da vulnerabilidade dos “verdadeiros filhos do Brasil”. Trechos como “Morte! Para quem defende o verde e os animais” denunciam a violência sofrida por ambientalistas, enquanto “Doenças, misérias, queimadas, devastação” lista as consequências da exploração predatória. A menção ao “guarani” como “hino da morte” mostra como até símbolos nacionais podem ser ressignificados diante da destruição dos povos indígenas e do meio ambiente. Lançada em 1989, a música segue atual ao retratar a passividade da sociedade diante da devastação, questionando: “Por que ninguém faz nada para os deter?”, antecipando críticas de João Gordo sobre a omissão dos capitalistas e da sociedade até que seja tarde demais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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