
Corrupção
Ratos de Porão
Crítica social e resistência em “Corrupção” do Ratos de Porão
Em “Corrupção”, o Ratos de Porão faz uma crítica direta ao sistema político brasileiro, usando versos repetitivos para reforçar a gravidade do problema. A frase “A corrupção está acabando com a Nação” aparece de forma insistente, transmitindo um sentimento de urgência e desilusão com o futuro do país. O trecho “E todo mundo está fingindo ser irmão” denuncia a hipocrisia social, mostrando que a solidariedade é superficial enquanto a corrupção destrói as bases da sociedade. Essa postura crítica foi tão forte que a música chegou a ser censurada durante a ditadura militar, o que evidencia seu papel como forma de resistência e contestação política.
A banda também aborda o preconceito e a marginalização de grupos sociais, especialmente jovens e pessoas das classes populares. Isso fica claro em “A sociedade pensa que nós somos vagabundos / E que só eles vão conquistar o mundo”, onde o grupo expõe como esses setores são injustamente responsabilizados pelos problemas do país, enquanto os verdadeiros culpados – os corruptos – seguem impunes. O refrão “Não, não, não vai dar não” funciona como um grito de revolta e descrença, deixando claro que, diante desse cenário, não há perspectiva de progresso. A letra, direta e impactante, é típica do hardcore punk e reforça a crítica social central na obra do Ratos de Porão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Ratos de Porão e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: