
Vagabundo Confesso
Ratto
Tradições e liberdade em "Vagabundo Confesso" de Ratto
Em "Vagabundo Confesso", Ratto faz referências diretas a Iemanjá e Janaína, figuras centrais das tradições afro-brasileiras. O verso “Odoiá odofiaba salve a minha mãe Iemanjá” homenageia a divindade das águas, mostrando que o personagem busca proteção espiritual e valoriza sua ligação com a cultura popular. Essas referências reforçam a identidade do protagonista, que se reconhece como parte de uma tradição rica e diversa.
A música também destaca um estilo de vida boêmio e tranquilo, como fica claro em “Café na cama eu gosto, com suco de laranja, mamão... E um fino em cima da mesa”. Esse trecho mostra o prazer nas pequenas coisas e uma rotina desacelerada, típica de quem valoriza a liberdade e o presente. A recusa em seguir padrões tradicionais aparece em “Amanhã, quando você for trabalhar, tome cuidado que é pra não me acordar”, evidenciando o desapego às convenções sociais. Ao mencionar “a malandragem, a capoeira”, Ratto exalta a esperteza, a amizade e a resistência cultural, compondo um retrato leve de quem assume, sem culpa, o papel de “vagabundo” como escolha de vida e celebração da autenticidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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