
MALPORTADA (part. NATHY PELUSO)
Rawayana
Irreverência e liberdade em “MALPORTADA (part. NATHY PELUSO)”
A música “MALPORTADA (part. NATHY PELUSO)”, de Rawayana, transforma o conceito de ser "malportada" — alguém travesso, desobediente e irreverente — em motivo de orgulho e diversão. A letra usa personagens fictícios como Natalia Peligro e Alberto Horacio Sinvergüenza para reforçar o tom bem-humorado, mostrando que o que seria visto como defeito social pode ser, na verdade, uma característica sedutora e autêntica. O trecho “Mientras más me digan que no, más me provoca hacerlo” (Quanto mais me dizem não, mais vontade tenho de fazer) destaca o prazer de desafiar proibições, conectando-se ao clima de festa e liberdade que a música propõe.
A colaboração com Nathy Peluso e a ambientação caribenha, com referências a Piñones e Porto Rico, ampliam a atmosfera de celebração. A mistura de salsa com outros ritmos latinos reforça a ideia de que a irreverência é motivo para dançar e se divertir. O refrão “Tanto castigo, y yo, mal portada, mal portada / Pero si es contigo, no me importa nada” mostra que a rebeldia compartilhada é ainda mais prazerosa, transformando o mau comportamento em cumplicidade. Já o verso “No sé cómo aún no me han encarcelado” (Não sei como ainda não fui presa) brinca com a ideia de que a travessura é constante, mas sempre tratada com leveza e ironia. No fim, a música celebra a autenticidade, a liberdade de ser quem se é e o prazer de desafiar as regras, tudo embalado por uma sonoridade contagiante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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