
Road To Hell
Chris Rea
Crítica social e ambiental em “Road To Hell” de Chris Rea
Em “Road To Hell”, Chris Rea faz uma crítica direta à degradação ambiental e à vida urbana sufocante. A imagem do rio “que ferve com todo o veneno que se possa pensar” mostra o impacto da poluição, inspirada por uma experiência pessoal do artista preso no trânsito da M25, em Londres. Esse cenário opressivo é reforçado pelo verso “o medo pervertido da violência sufoca o sorriso em cada rosto”, que evidencia a alienação e o clima de insegurança nas grandes cidades. Rea usa essas imagens para refletir sobre suas próprias escolhas e sobre o rumo da sociedade contemporânea.
A metáfora da “estrada para o inferno” vai além do trânsito congestionado: ela representa o caminho coletivo de uma sociedade consumista. Trechos como “todas as estradas se entopem de crédito” e “tudo são apenas pedaços de papel voando para longe de você” criticam a dependência do dinheiro e do crédito, sugerindo que a busca por progresso material leva ao vazio existencial. Quando Rea afirma “isso não é um colapso tecnológico... isto é a estrada para o inferno”, ele destaca que o problema é moral e humano, não apenas técnico. A música serve como um alerta para repensar valores e prioridades antes que as consequências se tornem irreversíveis.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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