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Joelho no Milho

Realidade Criminal

Letra

    Os pecados do passado ainda são cognitivos
    Joelhos no chão, não oro pelo inimigo
    Confesso, ainda não cheguei à compreensão
    Resultado é falta de amor e sem compaixão

    Não vou ser Abravanel passando longe de Eike Batista
    Sou mais um Paiva forjado na periferia
    A 765 pra suprir motivação
    Do pilantra esquartejado sem compaixão
    País garrido de poder imperativo

    Só vale o discurso e homenagem pra político
    No jardim de aço enxerguei o conflito
    Da mente conformada, sem motivos elicito
    A mesma que pôs em xeque, adicionando motivo

    Pra que minha visão, você o país falido
    Sem banho, na jacuzzi de ouro e diamante
    Sem o prazer, exalando do corpo da madame
    Ainda vejo seu elogio como ironia

    Sem aperto de mão sinto a má energia
    Jeová não criou a cura pra acabar com a ilusão
    Nem remediou a maldade conectada no coração
    Minha vingança e a vitória pra quem passou fome

    Sonho com a paz e em dias melhores
    Sinto muito ter que desapontar você
    A lembrança eterna é como o sucesso de Tupac

    Dobra o joelho, mas não oro pelo inimigo
    Realidade criminal, fator ostensivo
    Na homenagem póstuma, encontrei a proposta
    Dá apologia ao crime sem tiro nas costas

    Dobra o joelho, mas não oro pelo inimigo
    Realidade criminal, fator ostensivo
    Na homenagem póstuma, encontrei a proposta
    Dá apologia ao crime sem tiro nas costas

    Sigo arrisco o preceito do terror consumado
    Do alto do murro tive a visão do corpo queimado
    Ainda ouço a voz de quem não venceu
    Sem homenagem póstuma pra 4PM que faleceu

    Minha condolência vai pra 12 mãe que perdeu seu filho
    Enquanto o cuzão brinda com champanhe e vinho
    Depois não querem o som de quebra de vidro
    Ai cusao desce do carro, ta me ouvindo não caralho?

    Percepção o teco da traka, que domina quebrada
    Confecciona seu patrimônio de forma motivacionada
    Método transmitido pelo apreciador da Sky
    Que na cena foi vítima, vai, vai, filha da puta, desce do carro

    O fim é que não vai ser como nos contos de fada
    Não vai ter Van Damme na cena dando bundada
    Mente formada que o PM não encara
    Não mudo meu conceito e guerra declarada

    Extremista assim, mas consciente na apuração
    Os votos aqui é pra quem não teve motivação
    De defender o que é seu por direito
    Pra não ser alvo de protesto, sem ação e respeito

    No seu sonho Eazy-E na realidade um covarde, Sem moral
    Sua vida é feita de promiscuidade
    Ação conjunta pra deter o mais procurado
    Realidade criminal, a voz do injustiçado

    Dobra o joelho, mas não oro pelo inimigo
    Realidade criminal, fator ostensivo
    Dá homenagem, posso tomar, encontrei a proposta
    Dá apologia ao crime sem tiro nas costas

    Dobra o joelho, mas não oro pelo inimigo
    Realidade criminal, fator ostensivo
    Dá homenagem, posso tomar, encontrei a proposta
    Dá apologia ao crime sem tiro nas costas

    Composição: Wagner Paiva. Essa informação está errada? Nos avise.

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