
Deus É do Gueto
Realidade Cruel
A presença de Deus nas periferias em “Deus É do Gueto”
"Deus É do Gueto", do grupo Realidade Cruel, questiona a visão tradicional de um Deus distante e coloca a divindade ao lado dos marginalizados das periferias. A música destaca o contraste entre a dura realidade dos moradores dos barracos e o luxo dos políticos, como na passagem: “morrer nos barracos, enquanto os deputados de xsara, picasso, palácios e jatos propagam nosso sangue no asfalto”. Esse trecho evidencia a denúncia da desigualdade social e da exploração sofrida pelo povo pobre, mostrando que a violência e a miséria são consequências de um sistema que perpetua a exclusão e a humilhação dos mais vulneráveis.
O refrão “Deus é do gueto” serve como um grito de resistência e esperança, indicando que, mesmo diante das dificuldades, existe uma força maior que legitima a luta e a dignidade dos moradores da periferia. A letra também alerta sobre os riscos do crime e da ilusão do consumo fácil, valorizando princípios como paz, amor, liberdade e educação: “pra mim as coisas mais valiosas ainda são de graça, paz amor liberdade e uma mente educada”. No final, a música convoca à mudança, à superação do ódio com amor e reforça a importância do respeito e da fé para quem vive à margem, deixando claro que a favela merece respeito e reconhecimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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