
Quando Eu Tinha Uma Glock (part. Baller Rich, Klyn, Igor Hicks, Jé Santiago, Dfideliz & Derek)
Recayd Mob
Superação e identidade em "Quando Eu Tinha Uma Glock"
Em "Quando Eu Tinha Uma Glock (part. Baller Rich, Klyn, Igor Hicks, Jé Santiago, Dfideliz & Derek)", Recayd Mob explora a dualidade entre o passado violento e o presente de conquistas. O verso repetido “Quando eu tinha uma glock” funciona como um símbolo de poder, respeito e sobrevivência, indo além do sentido literal da arma. Ele remete à necessidade de se proteger e à realidade difícil enfrentada pelos integrantes antes do sucesso, mostrando como a vivência nas ruas moldou suas trajetórias.
A letra mistura ostentação e relatos de superação. Trechos como “Minha coroa tá ponta do mar cedin / O champanhe do mais caro / Com meu pai no meu palácio” destacam o orgulho pelas conquistas e a valorização da família. Já versos como “Quando eu portava minha Glock fé fé fé fé / Visando os malote / Fogueteiro a gerente, lek treta, cara preta” evidenciam a experiência direta com a criminalidade e a luta por ascensão. Klyn critica artistas que falam de armas sem ter vivido essa realidade, reforçando a autenticidade do grupo. Jé Santiago faz um trocadilho entre “balas” (munição) e “linhas” (versos), mostrando que a música se tornou sua nova arma. A faixa, influenciada pelo trap norte-americano e pelo funk brasileiro, aborda temas como marcas de luxo e uso de drogas, mas também questiona a glamorização superficial da vida de crime, celebrando a vitória e a transformação dos integrantes.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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