
Meu Violão
Reginaldo Rossi
A relação de afeto e consolo em "Meu Violão"
"Meu Violão", de Reginaldo Rossi, explora a relação íntima entre o protagonista e seu violão após o fim de um relacionamento. A música destaca como o instrumento se torna um verdadeiro confidente, indo além de seu papel de objeto para assumir o lugar de amigo e parceiro emocional. Isso fica claro em versos como “compôs comigo essa canção de amor” e “tomou os porres todos que eu tomei”, mostrando que o violão compartilha a dor e a solidão do personagem. Essa personificação do violão reforça o papel da música como refúgio para quem sofre por amor, um tema frequente na obra de Reginaldo Rossi.
A letra é direta e nostálgica, transmitindo sentimentos de abandono e saudade sem recorrer a metáforas complexas. O protagonista se vê sozinho após a partida repentina da amada, que “foi embora nem disse adeus”, e encontra no violão seu único consolo. O pedido “Volta bem depressa, volta, meu amor / Vem correndo ouvir esse teu cantor” revela a esperança de reconciliação. No final, mesmo cogitando negar o perdão, o personagem se deixa influenciar pelo violão, que “diz meu violão” que tudo se perdoa. Assim, a música mostra como o ato de tocar e compor pode aliviar a dor, suavizar ressentimentos e manter viva a esperança, mesmo diante da solidão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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